Carros Elétricos ainda são caros

Os veículos elétricos ainda fogem da realidade do povo brasileiro. A tecnologia conhecida desde os anos 70 tem ganhado espaço na indústria automotiva.

Recentemente, devido à necessidade de redução das emissões do gás carbônico (CO2), o principal responsável pela intensificação do aquecimento global, os carros elétricos voltaram a ser vistos como fundamentais para conciliar as necessidades ambientais com o transporte motorizado.
Todavia, há inúmeros obstáculos que precisam ser vencidos antes que os VEB possam substituir definitivamente os veículos com motor a combustão. São caros, e o preço aumenta substancialmente para as versões de maior autonomia. Os poucos modelos disponíveis no Brasil custam entre R$ 150 mil e R$ 200 mil.
A recarga da bateria ainda consome muito tempo, o que é inconveniente e dificulta viagens longas. As baterias atuais, à semelhança das baterias de celulares e notebooks, também degradam com o tempo de uso e tem a sua autonomia reduzida em dias muito quentes ou frios.
Um fato pouco debatido é a substituição de uma bateria exaurida por uma nova, fora da garantia. Isso representa um custo elevado e, dependendo do caso, pode reduzir significativamente o valor de revenda do veículo se este tiver idade próxima ao limite da vida útil da bateria, que atualmente gira em cerca de oito anos.
Outro desafio, fundamental para a viabilização dos VEB, é a infraestrutura para recarga das baterias, que é cara e, embora crescente, ainda muito limitada ou praticamente inexistente em muitos países.

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