O QUE É O SAL DO HIMALAIA? ELE É REALMENTE MELHOR QUE O SAL BRANCO?

O sal de cozinha branco e iodado é visto como um grande vilão na mesa dos brasileiros, já que ele contém sódio, que teoricamente faz o corpo reter mais líquido e aumenta o volume de fluidos nos vasos sanguíneos, causando hipertensão.

Além de levar a pressão as alturas, a grande ingestão de sódio pode ser responsável por complicações ainda mais graves, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência renal, doenças cardiovasculares, entre outras.

Não existem só pontos negativos

Porém, o sal não é o grande vilão que pinta e seu uso moderado não faz tanto mal assim. O sódio é importante para nosso corpo por ser responsável pelo equilíbrio hídrico. Além disso, ele participa de impulsos nervosos, contração muscular e transporte de moléculas entre nossas células, afirma Camila Torreglosa, nutricionista do Setor de Promoção à Saúde do HCor – Hospital Coração, de São Paulo (SP), em entrevista ao IG.

Uma nova opção de sal tem estado em voga entre as pessoas que buscam adotar hábitos saudáveis, com a promessa de trazer mais saúde e menos sódio: o Sal do Himalaia. Ele é extraído a partir do mar fossilizado que existia aos pés da cordilheira do Himalaia e recebe uma coloração rósea devido a quantidade de óxido de ferro.

O Sal do Himalaia é realmente melhor?

O Sal do Himalaia é extraído e transformados em pequenos cristais como os do sal grosso marinho. Ele pode ser usado dessa forma, como elemento decorativo ou moído, da mesma forma que o sal refinado comum.

Há diversos benefícios que estão associados ao Sal do Himalaia, mas muitos deles podem parecer mais elementos de marketing falsos do que vantagens realmente comprovadas. Isso porque todos os elementos minerais, como o fósforo, bromo, boro e zinco estão em quantidades tão pequenas que acabam não fazendo diferença no nosso organismo. Além disso, esses minerais podem ser facilmente obtidos em outros alimentos.

 

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